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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Priscila Müller - Pré-candidata a Deputada estadual, Ganha força rumo a 2018...

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Priscila Müller- Pré-Candidata a Deputada Estadual pelo Solidariedade

Na última sexta–feira (01), a pré-candidata a Deputada Estadual Priscila Müller, visitou as cidades de RIACHUELO e Caiçara do Rio do Vento.

Priscila almoçou na fazenda Bom Sossego, e depois fez algumas visitas à família do pequeno Thomaz.

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Em seguida, a jovem empresária foi à cidade de Caiçara, onde participou de algumas ações do município.

A Pré-candidata finalizou a agenda em Lajes do Cabugi, ao lado do seu pai, o ex-prefeito Felipe Múller (Felipão, do SOLIDARIEDADE), a noite participou de um jantar especial, na residência do CASAL, Nevolandia Laureano e Dr Hailton.


Em Lajes, visitou as exposições dentro do Parque Nélio dias. Conversou com produtores e produtoras que estavam presentes e conversou com artistas da terra.

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Na oportunidade, a empresa da Loja Água Piscinas, presentou a primeira colocada Miss-expô-Lajes, Raíssa, bem como entregou brindes as demais participantes do concurso de Miss daquela cidade. 
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Em Caiçara do Rio do Vento, Priscila acompanhou alguns procedimentos cirúrgicos, ao lado do Deputado Federal Antonio Jacome, uma parceria entre o nobre Deputado e a prefeitura de Caiçara.

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Priscila Müller Participa de evento em São Paulo do Potengi...

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FOTO: Rayssa Lorena


No evento dessa blogueira, ocorrido ontem em São Paulo do Potengi, no Pódium Recepções, surpreendeu o discurso de Priscilla Muller, pré-candidata a uma cadeira no Legislativo Potiguar.

Priscila teria tudo para ser considerada apenas uma jovem bonita, filha de Felipão, um empresário muito bem sucedido.

Mas não é apenas isso. A moça demonstrou, em poucas palavras, que é gente de expressão. Após elogiar a blogueira por mais uma conquista, com o jornal impresso, principiou sua fala afirmando que na mesa dos convidados havia apenas quatro mulheres, logo, a maioria de homens.

Que esse dado, aparentemente insignificante, reflete a nossa sociedade brasileira atual. Desde pequena, a mulher é ensinada a "ficar em casa", ficar calada, criada para assumir tarefas domésticas.

E o curioso é que se remunera uma mulher que trabalha, cujos salários ainda são inferiores aos dos homens, mas não se remunera uma dona de casa.

Em outras palavras, milhões de mulheres cuidam de suas casas, de seus filhos, de seus esposos, e não têm sequer direitos previdenciários por tais serviços.

Por isso que, de fato, a política brasileira precisa que as mulheres, em maior número participem, reivindiquem seus direitos.

O discurso surpreendente de Priscila, sobre emancipação feminina, trouxe-me a lembrança a letra de uma música tocada nos idos de 1990, uma canção que relatava o assassinato de uma menina, cujo nome era Mônica, morta pelos seus amigos jovens, que a jogaram pela janela de um prédio do oitavo andar.

Na época, setores da sociedade culparam a menina pela própria morte, pelo fato da mesma ter saído com amigos para se divertir numa discoteca.

Certo trecho da música diz assim: "Morreu violentada porque quis. Saía, falava, dançava. Podia estar quieta e ser feliz. Calada, acuada, castrada (...)"

O discurso de Priscila também remete à reflexão do livro de autoria de Marilena Chauí, cujo título é "Repressão Sexual, essa (des) conhecida."

É Priscila, a temática sobre a posição da mulher na sociedade exige ainda hoje muita reflexão e debates, e uma Assembleia Legislativa é o local ideal para se discutir a questão de políticas públicas de proteção às mulheres e outras minorias. Parabéns! Esta moça promete! O paisão, orgulhoso, que estava ao seu lado na hora do discurso, que o diga!


Créditos: Riachuelo em Ação

quarta-feira, 12 de julho de 2017

LGBT'S - Projeto de Lei assegura direitos a casais homoafetivos...


O Projeto de Lei apresentado pela deputada estadual Larissa Rosado (PSB) no ultimo dia 29 de junho, assegura às pessoas que mantém união estável homoafetiva o direito à inscrição como entidade familiar, nos programas de habitação desenvolvidos pelo Estado do Rio Grande do Norte.
De acordo com o texto, os convênios e contratos firmados a fim de promover programas de habitação deverão incluir cláusulas que considerem como entidade familiar casais em união estável homoafetiva, o que deverá possibilitar sua inscrição.
O objetivo da proposta, segundo Larissa Rosado é “corrigir e atenuar as desigualdades historicamente acumuladas e promover mais equalização social”.
Ainda no documento, a deputada revela que em se tratando de homossexuais, as injustiças que se cometem por omissão são a falta de uma legislação que lhes assegure direitos específicos, condizentes com a manifestação de sua sexualidade, e que, por outro lado, fazem parte das garantias constitucionais dos demais indivíduos.
“A ação injusta acontece por meio da agressão e discriminação que agravam a intolerância às pessoas com orientação sexual para o mesmo sexo”, reforça.
AVANÇOS
O Supremo Tribunal Federal – STF reconheceu por meio do julgamento conjunto da ADPF 132/RJ e da ADI 4277/DF, a inconstitucionalidade de distinção de tratamento legal as uniões estáveis constituídas por pessoas de mesmo sexo, reforçando o reconhecimento da união homoafetiva como família.
Caminhando no mesmo sentido, após resistência de setores da sociedade, o Conselho Nacional de Justiça – CNJ garantiu mais uma vez o direito dos homossexuais terem acesso a união estável, quanto por meio da Resolução nº 175, de 14 de maio de 2013, proibiu às autoridades competentes a recusa de habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo.
“No entanto, embora tenhamos constatado alguns avanços no reconhecimento dos direitos dos homossexuais, é notável que esse grupo ainda encontra-se à margem da sociedade, o que torna necessário criar políticas afirmativas eficientes, que garantam aos homossexuais direitos constitucionais mínimos como é o caso do acesso à moradia”, ressalta Larissa, fazendo apelo à Casa Legislativa, no sentido de garantir, por meio da legislação específica, que o Rio Grande do Norte assegure o reconhecimento aos casais homoafetivos como entidade familiar, permitindo seu cadastramento nos programas habitacionais do Estado.